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Edição de - MANIFESTAÇÃO
O ‘grito’ contra a reforma da previdência
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A quarta-feira, 15, foi marcada por protestos em todo o país, convocados por movimentos sociais e sindicatos, em virtude do Dia Nacional de Paralisação e Mobilização. E Sobradinho não ficou para trás. A manifestação no município uniu funcionários da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) e centenas de estudantes da Escola Estadual de Educação Básica Padre Benjamim Copetti contra a reforma da previdência, proposta pelo governo federal.
O protesto teve início por volta das 10h30, em frente a escola, no Centro, e logo em seguida o grupo desceu a Avenida João Antônio, se deslocando até a Praça 3 de Dezembro ao som de “vem pra rua” e “eu quero me aposentar”. Os manifestantes também estavam com faixas e cartazes contendo frases de ordem, chamando a atenção da população e também dos comerciantes.
Na praça, foi feita uma rápida manifestação dos alunos e funcionários, protestando contra a proposta do Planalto. Também esteve presente o funcionário público aposentado Gabriel Domingos de Souza, conhecido por defender os direitos dos aposentados no município. Houve também gritos pedindo a saída do presidente Michel Temer.
A manifestação ocorreu apenas pela manhã, horário de maior mobilização de estudantes que cursam o ensino médio. Temendo represálias do governo estadual, que também foi alvo dos protestos desta quarta, poucos professores da escola participaram do ato. Parte dos funcionários da Corsan paralisaram as atividades durante o dia, mas, de acordo com o gerente da unidade, Neorildo Dassi, os serviços essenciais não foram afetados e funcionaram normalmente.
Protesto geral
Em todo o país, greve geral e manifestações ocorreram em diversas cidades, convocadas por movimentos sociais, centrais sindicais e sindicatos de diversas categorias. No caso dos funcionários da Corsan, a paralisação foi deliberada pelo Sindicato dos Trabahadores nas Indústrias da Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgoto do Estado do Rio Grande do Sul (Sindiágua), filiado a Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Além da reforma da previdência, o protesto desta quarta-feira teve como alvo, a nível federal, a reforma trabalhista e o projeto de terceirização geral, e a nível estadual, a tentativa de privatização e terceirização dos serviços da Corsan, as medidas restritivas do governo José Ivo Sartori, a implantação das PPPs, a reposição salarial da categoria, melhores condições de trabalho e mais investimentos nas cidades da região Centro Serra.

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