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Edição de - SOBRADINHO
Filme repetido: Ficha Limpa é aprovado com voto de minerva
Fonte: Clique para Ampliar

Cerca de um mês e meio após a polêmica aprovação em sessão extraordinária, o projeto do Ficha Limpa Municipal, de autoria do Executivo, voltou a ordem do dia na Câmara de Vereadores de Sobradinho, já que teve sua votação suspensa pela Justiça e depois anulada pelo próprio Legislativo. E o resultado foi o mesmo daquela ocasião.
Graças ao voto de minerva da presidente Maxcemira Trevisan (PDT), a proposta foi aprovada no plenário durante a sessão ordinária desta segunda-feira, 10. Houve empate (4 a 4), obrigando a parlamentar pedetista a desempatar a votação. Antes, a emenda ao projeto, apresentada pela Mesa Diretora, havia sido aprovada por unanimidade.
Logo após ser colocado em votação, o projeto foi alvo de críticas da oposição. Imediatamente, Éder Librelotto e Maninho Freitas, ambos do PP, afirmaram que votariam contra, o que gerou reação do vereador Tuki Siman (PDT), líder de governo. “Já debatemos isso achei que os colegas haviam se conscientizado que esse projeto é muito melhor. O prefeito está corretíssimo em mudar a lei”, justificou.
Já Valdecir Bilhan (PTB) comentou que “já está na hora de esquecer a eleição” e citou o próprio exemplo, de que, com a lei atual que está em vigor, não poderia assumir uma secretaria, já que possui uma condenação por crime ambiental, cuja multa já foi quitada. As explicações, entretanto, não convenceram os oposicionistas. “A questão não é pessoal. Mas esse projeto fere o princípio da impessoalidade”, afirmou Jeferson Mattana (PSB).
A lei do Ficha Limpa gerou polêmica desde o início de sua tramitação. Oposicionistas afirmam que ela só foi apresentada para que o Executivo possa acomodar um companheiro político que não poderia assumir uma secretaria em virtude de uma condenação. Já o governo defende que a nova lei é mais rígida e é um “aperfeiçoamento” à matéria que foi aprovada em 2011.

Vereadores voltam
a criticar Cooperunião

No espaço para explicações pessoais, outro assunto entrou em pauta, mas desta vez uniu situação e oposição. A Cooperativa Habitacional União Ltda (Cooperunião) foi novamente alvo de críticas dos vereadores. Maninho Freitas (PP), que esteve na assembleia do último sábado, ao lado de Adão Weber (PMDB), disse que “quase apanhou” de associados e questionou um dos documentos apresentados pelo diretor Marco Pinheiro.
Conforme Freitas, a cooperativa não aparece na lista atualizada do Ministério das Cidades, enquanto o documento levado pelo dirigente era de 2014. “Não sou contra as casas. É um projeto muito importante. Mas este cidadão está iludindo as pessoas”, alertou. Valdecir Bilhan (PTB), da base aliada, também mostrou preocupação, principalmente porque os cooperados estão pagando por mensalidades sem saber se serão contemplados.
Maior crítico à cooperativa, Tuki Siman revelou que encontrou Pinheiro em uma reunião na última sexta-feira, na Prefeitura, e, diante de um clima nada amigável, fez questionamentos. “Ele sempre desconversava. Falei para ele que aqui não tem vereadorzinho. Acredito que o prefeito Maninho foi enganado, mas ele vai se pronunciar no momento certo sobre o caso”, afirmou.

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