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Nossa história

Mais importante jornal do Vale do Rio Pardo e diário do interior mais lido no Rio Grande do Sul em 2009, segundo pesquisa independente, a Gazeta do Sul nasceu da inconformidade da população de Santa Cruz do Sul com a inexistência de um veículo de comunicação na cidade. O tradicional Kolonie, editado em língua alemã, havia sido extinto em 1941 em função da Segunda Guerra Mundial. Paradoxalmente, a cidade vivia uma época de pleno crescimento socioeconômico, mas perdia importância no contexto estadual à medida que não dispunha sequer de um meio para contar a sua história.

Foi nesse contexto que um grupo de santa-cruzenses se mobilizou e começou a estruturar, em junho de 1943, a Editora Santa Cruz. A meta era clara: dotar a cidade novamente de um jornal. Sob a liderança de Francisco José Frantz e mais um grupo de empresários, surgia assim a Gazeta de Santa Cruz, cuja primeira edição circulou em 26 de janeiro de 1945. No primeiro ano, até dezembro, o jornal era editado uma vez por semana, passando então a ser bissemanário. A partir de 1950 começaram a ser adquiridas as primeiras máquinas - até então o jornal era impresso na Tipografia de Aloísio Rech.

Em novembro de 1953 a Gazeta mudou a periodicidade, passando a circular três vezes por semana. O jornal crescia visivelmente e, dois anos após, estruturou sua oficina própria, com a aquisição de mais uma máquina linotipo e de uma nova impressora marca Goss Cox-O-Type, que já deixava o jornal dobrado e encartado. Para suportar os custos de implantação dos equipamentos, foi aberta a subscrição de capital. A empresa se transformou em sociedade anônima, com a participação de 163 acionistas. A sociedade passou a chamar-se Gazeta do Sul S.A.

Em 1957 o jornal mudou de nome, passando de Gazeta de Santa Cruz para Gazeta do Sul. A mudança não ocorreu por acaso. Era reflexo de uma nova estratégia, voltada para a regionalização da cobertura jornalística. No mesmo período passou a ter quatro edições semanais e, logo em seguida, cinco edições - sistema que persistiu até 1959, quando o número de edições foi novamente reduzido para três por semana em virtude dos elevados custos do papel.

A mais profunda alteração ocorreu em março de 1972, quando foi introduzido o formato tabloide – até então o jornal era impresso no formato standard –, seguindo uma tendência dos mais importantes jornais do Estado. Mas foi em 1979 que a Gazeta deu um salto em tecnologia, com a aquisição de uma máquina impressora rotativa offset, de quatro unidades, com capacidade para 32 páginas a uma velocidade de 16,5 mil jornais/hora. As linotipos foram definitivamente aposentadas em 1987, sendo substituídas por fotocompositoras ligadas a terminais de vídeo, agilizando assim a produção e marcando o ingresso da Gazeta do Sul na era informatizada.

A partir daí, diversas inovações se sucederam. Em 1988 a Gazeta passou a circular com edição diária, de terça a sábado, consolidando-se como o jornal de maior tiragem na região. Em 1995 o jornal foi totalmente informatizado, tendo optado pela tecnologia Apple Macintosh. Foi instalada uma rede com 30 computadores Macintosh, fazendo com que todo o material, incluindo redação, publicidade e produção de arte-final, passasse a ser feito eletronicamente. Foram instalados ainda equipamentos para a recepção de agências de notícias via satélite.

Um ano depois a Gazeta acrescenta a edição de segunda-feira, completando a circulação em seis dias da semana. Em 1997, o jornal começa a chegar colorido aos leitores. Com a implantação de uma torre rotativa e reforma geral na impressora já existente, a partir de setembro o jornal passou a rodar diariamente a cores. Ao completar seus 65 anos, em janeiro de 2010, a Gazeta do Sul inaugurou seu novo parque gráfico, que compreende uma estrutura de 1,1 mil metros quadrados e passou a abrigar uma nova rotativa, agregando mais cinco unidades offset às sete já existentes. O investimento foi superior a R$ 1,1 milhão. Essa estrutura permite a impressão de 40 páginas, sendo até 20 coloridas, totalizando 34,5 mil exemplares por hora.

Um histórico de investimentos em infraestrutura, o foco na região em que atua e o respeito a seus valores corporativos ajudaram a consolidar a Gazeta do Sul, nos anos 2000, como um dos mais respeitados jornais do interior do Estado. Sua qualidade editorial se destaca e o jornal chega, por três anos seguidos, à grande final do Prêmio ARI de Jornalismo, uma das mais tradicionais premiações da área no Brasil. Um dos trabalhos premiados é a série de fascículos que contou, ao longo de um ano, a história do município de Rio Pardo na comemoração de seus 200 anos. O material deu origem ao livro Rio Pardo 200 anos, uma luz para a história do Rio Grande.

E o resultado não poderia ser outro. No fim de 2009 uma pesquisa independente do Instituto Methodus revela que a Gazeta é o jornal editado no interior mais lido em todo o Rio Grande do Sul. No ano seguinte uma pesquisa, também do Methodus, mostra que 97% de quem lê jornal em Santa Cruz do Sul é leitor da Gazeta. Pouco mais de 90% deles avaliam o jornal como bom/ótimo. Em 2011 outro levantamento – este entre assinantes – aponta que 97% deles consideram o jornal bom/ótimo. A principal qualidade para 96% dos entrevistados é a confiabilidade do veículo.

 

Livro Francisco Frantz

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