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Edição de - Santa Cruz
Prefeitura planeja vender imóveis
Fonte: Cesar Lopes Clique para Ampliar

Mesmo com o edital de licitação para execução da primeira parte do projeto do Centro Administrativo de Santa Cruz do Sul já lançado, o governo ainda não dispõe de recursos garantidos para concluir a obra. A tendência é que, após a etapa inicial, seja elaborado um cronograma de venda de prédios e terrenos próprios como forma de arrecadar a maior parte da quantia necessária para levantar a estrutura que vai concentrar os principais órgãos da Prefeitura.
Técnicos da Secretaria da Fazenda avaliam que seria possível recolher entre R$ 8,5 milhões e R$ 10 milhões com a comercialização dos imóveis, e todo o montante seria automaticamente revertido para as obras. As vendas ocorreriam por meio de procedimentos licitatórios e se estipulariam prazos largos para as entregas. “Venderíamos os prédios e aos poucos faríamos as transferências das secretarias, que hoje estão espalhadas pela cidade, para o Centro, nos adaptando ao andamento dos trabalhos”, projeta o secretário de Planejamento, Dorli Pereira da Silva. Uma das intenções com o projeto, além de modernizar as instalações do município, é exatamente reduzir as despesas com aluguel, que hoje são altíssimas.
A previsão é que o Centro conte com 9,5 mil metros quadrados distribuídos em sete pavimentos além de um estacionamento com pelo menos 300 vagas. O espaço, cuja localização na esquina das ruas 28 de Setembro e Coronel Oscar Jost, junto à antiga Fisc, foi anunciada no final do ano passado, vai sediar quase todas as pastas, à exceção de algumas como Saúde e Obras, que necessitam de estruturas diferenciadas. As demais estão atualmente alocadas em diferentes conjuntos de salas no Centro.
A definição da empresa que será responsável pela primeira etapa, de 2,2 mil metros quadrados, deve ocorrer em cerca de 60 dias. A entrega das propostas está marcada para o dia 2 de maio e o valor disponível é de cerca de R$ 1,25 milhão, dos quais cerca de R$ 950 mil serão repassados pela União a partir de convênio firmado com a Caixa Econômica Federal há seis anos justamente para qualificação da infra-estrutura municipal e o restante corresponde à contrapartida da municipal em um investimento próprio de R$ 150 mil.
O governo tem pressa em encaminhar esse primeiro lote porque os recursos que restam do convênio, previstos desde o começo para o Centro, expiram em novembro e precisam ser usados até então, sob risco de a transferência ser suspensa. A expectativa é que os trabalhos comecem, no máximo, em meados de maio.

Para concluir

Todo o projeto custará por volta de R$ 19 milhões. De acordo com o secretário, o mais provável é que, para completar o montante, se recorra a linhas de crédito.

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