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Edição de - Fronteira
Embaixada protesta contra operação militar

Rio Branco – A violência do exército da Bolívia na região de fronteira com o Acre é vista por autoridades brasileiras como retaliação. A demora do Brasil em retirar as 434 famílias de agricultores e extrativistas é um fator que explica a ofensiva da operação militar na fronteira.
Nessa sexta-feira, o ministro da Embaixada do Brasil em La Paz, Eduardo Paes Saboia, entregou um relatório ao chanceler boliviano, David Choquehuanca, formalizando um protesto contra a operação militar da Bolívia que tinha civis brasileiros como alvo.
O Itamaraty, mesmo reconhecendo a decisão soberana da Bolívia em exigir a saída dos seringueiros e agricultores brasileiros do território boliviano, considerou “violenta” a forma como foi executada a operação.
“Além do mais, sem informar o governo brasileiro da operação, o que foge completamente do Direito Internacional”, afirmou o secretário de Justiça e Direitos Humanos do Acre, Nilson Mourão.
O protesto formal também aponta soluções para o problema. Uma das propostas é intensificar o processo de assentamento das famílias. Das 534 famílias que estão na fronteira do Acre com a Bolívia, somente 120 foram assentadas nos últimos anos.
O prazo estabelecido por acordos diplomáticos para a retirada de todas as famílias encerra em 31 de dezembro de 2012. Ainda faltam 434 famílias e apenas oito meses. (AE)

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